ENTREVISTA LOUD ‘N’ NASTY

Os anos 80 estão de volta!

O Loud N’ Nasty é uma banda da Suécia, considerada a nível mundial no glam / Sleaze metal. Existe há um bom tempo, poucas pessoas conhecem e essas poucas sabem que o Loud N’ Nasty é a banda que está trazendo de volta os anos 80. Entrevistei o Rob, vocalista da banda, e ele conta um pouco dessa banda que na minha opinião é muito boa.

Ricky: O Loud ‘N’ Nasty já existe há um bom tempo, mas poucas pessoas conhecem a historia de como surgiu a banda. Você poderia nos descrever um pouco?

Rob Nasty: Eu tive contato com o Chris quando ele ingressou como guitarrista de uma banda tributo ao Kiss que eu tinha naquela época. Anos mais tarde, eu tinha conversado com Chris e perguntei se ele poderia me ajudar a gravar algumas músicas. Acabamos por ficar fazendo música juntos, e isso resultou na primeira promoção, por volta de 1998. Naquela época era só eu e Chris e viemos para cima com a banda de nome LOUD 'N' Nasty durante as gravações daquela promo.

Ricky: O último álbum lançado foi o "Too Much Ain't Enough", um excelente álbum com musicas incríveis.Mas o albúm "Teaser Teaser" é o que eu mais escuto. Como você compara o "Teaser Teaser" com o "Too Much Ain’t Enough?".

Rob : Bem, tivemos mais tempo e mais dinheiro no Teaser Teaser. O Teaser é um álbum completo e "Tôo Much Ain’t Enough " foi mais como um EP com alguns bônus no CD. Assim como as canções, mas o tempo e o dinheiro não eram o mesmo que o Teaser.

Ricky: Vocês pretendem lançar um novo álbum?

Rob: Nesse exato momento Chris e eu temos tido algum tempo livre para trabalhar no XXX que você pode verificar em nosso www.myspace.com/xxxsweden. Mas não sabemos qual o futuro, a música industrial sobe e desce, então quem sabe se vai existir CDs no futuro? Mas haverá música de alguma forma, posso prometer a vocês.

Ricky: A banda tem influências do Ratt e Motley Crue, existem outras influências além dessas bandas citadas?

Rob: Claro, todos os tipos. Muitas bandas dos anos 70 e 80, mas também são grandes influências. Alguns são uma porcaria hoje, mas também não posso dizer os nomes. No final toda boa música é a maior influência.

Ricky: A maioria das bandas do estilo Sleaze/Hard estão surgindo na Suécia, qual o tamanho do público?

Rob: Difícil de dizer. É uma nova geração que está entrando na música de hoje, e estão ficando maior e existem mais bandas que estão indo para o topo. Quem poderia pensar que quando nós começamos, o Powermetal era "à coisa" por aqui.

Ricky: Aqui no Brasil, temos muitas bandas de hard rock, algumas boas outras nem tanto. O que você tem a dizer para os que estão começando hoje?

Rob: É ótimo! O mundo precisa de novas bandas e novas músicas! Com certeza alguns são bons, outros menos (N.R.: isso é verdade), mas é tudo divertimento.

Ricky: Quando podemos esperar pelo Loud ‘N’ Nasty no Brasil?

Rob: Nenhum plano para o Brasil, neste momento, mas gostaríamos de ir lá algum dia.

Ricky: Deixe algum recado para os fãs do Brasil.

Rob: Temos esperança de ver vocês em breve, vocês são demais!

Ricky: Obrigado pela entrevista, e sucessos ao Loud ‘N’ Nasty.

Rob: Obrigado a você!

Loud 'n' Nasty

Contato Ricky Catz

Ricky Catz.

Entrevista Ida Evileye - Crucified Barbara -(Novembro-2008)

Tradução: Michelle Baptista / Ricky Catz

Lindas, Estilosas e com muito Rock N' Roll...!!

Em 1998, em Estocolmo (Suécia) surgiu uma banda formada apenas por garotas. Suas influências vêm desde Ramones até Pantera. O primeiro álbum da banda "In Distortion We Trust" foi lançado no Brasil em 2005, pela Hellion Records. A banda é formada por Nicki Wicked (bateria), Ida Evileye (baixo), Klara Force (guitarra) e Mia Coldheart (vocal e guitarra). Em uma entrevista exclusiva, Ida Evileye conta um pouco da história da banda que mudou o Rock n’ Roll na Suécia.

Ricky: Oi, como você está? Seja bem vinda ao site Kisskillers!

Ida: Eu estou ótima, obrigada.

Ricky: Como vocês se conheceram e como a banda começou?

Ida: Eu (Ida) conheci Klara aproximadamente pelos 14 anos e começamos uma banda de grunge juntas. A gente era uma merda com nossos instrumentos, mas nos divertimos bastante. Em 98 eu conheci Nicki por acidente quando ela estava pendurada no shopping. Ela tocava bateria e parecia boa então nós perguntamos se ela queria entrar para uma banda. Na hora nós tínhamos outra cantora. Nós conhecemos Mia em 2001 e ela entrou na banda como guitar solo. Em 2004 ela tomou posse do microfone e dois meses depois nós gravamos o álbum.

Ricky: O que vocês estão fazendo atualmente?

Ida: Este ano nós tivemos trabalhando em nosso próximo álbum. Nós não temos tocado muito ao vivo, só passando o tempo em estúdios e esperando pelo lançamento.

Ricky: E onde surgiu a idéia de colocar o nome "Crucified Barbara"?

Ida: Isso é uma longa estória que começou em 98 quando nós colocamos o nome. "Barbara" na Suécia é o nome de uma boneca inflável, todas as bonecas infláveis são chamadas de 'Barbara' na Suécia, estranho não? De qualquer forma, nós vimos uma daquelas bonecas infláveis na cruz na tenda de alguns caras no Roskilde Festival, na Dinamarca. Nós pensamos que parecia realmente legal e bizarro escrever uma música com esse nome, mas acabou se tornando o nome da banda.

Ricky: Como você vê o primeiro álbum do Crucified Barbara, intitulado de "In Distortion We Trust"?

Ida: Nós estamos orgulhosas de "In Distortion We Trust" e sentimos que é um ótimo álbum. Nós tivemos que tocar muito nessa gravação então estamos muito felizes com isso. O novo álbum é obviamente um desenvolvimento a partir de IDWT, quando nós gravamos IDWT nós realmente não tínhamos conhecimento sobre fazer gravações em estúdios, então nós tivemos muitas exigências com o som e com nós mesmas então na próxima gravação que eu acho brilhará mais.

Ricky: Gostei muito de vocês tocando "Shout It Out Loud" do Kiss. Por que vocês escolheram essa música?O Kiss tem algum significado para vocês?

Ida: Nós gostamos muito do Kiss, obviamente! Gravamos a canção por uma equipe de futebol alemã. Nós gostamos da música e é divertido de tocar ao vivo!

Ricky: Meu amigo disse que as Suecas são as mulheres mais lindas do mundo, estou de acordo com ele! Vocês são casadas?

Ida: Haha, ok! Nós estamos casadas entre si!

Ricky: Quais são os planos para os últimos meses desse ano e para 2009?

Ida: Certo, agora nós estamos esperando pelo próximo álbum que vai ser lançado no inicio de 2009 na Europa. No resto do mundo não sei, mas espero que em breve! Nós vamos fazer novas músicas, passeios, shows, festivas, etc no próximo ano!

Ricky: Seria legal o Crucified Barbara tocar aqui no Brasil, alguma previsão?

Ida: Não temos nada planejado para o Brasil, mas nós amaríamos ir tão logo quanto nós podemos! Nós já conversamos sobre isso muitas vezes e queremos ir o mais rápido possível!!

Ricky: Deixe alguma mensagem para os fãs do Brasil.

Ida: Nós amamos vocês todos! Stay cool!

Ricky: Obrigado pela entrevista, e sucesso a banda!

Ida: Obrigado a você também!

Crucified Barbara

Myspace

Contato Ricky Catz

Ricky Catz.

**Kiko Shred - Slippery no ar...(Novembro-2008)**

O Slippery é uma banda de Campinas/SP influenciada por bandas como Quiet Riot, WASP, Picture, King Kobra dentre diversos outros dos maiores representantes do Hard & Heavy oitentista. Sem dúvidas é uma excelente banda de Hard Metal. A banda esteve em estúdio, gravando seu primeiro EP entre os meses de julho e agosto de 2007, lançado sob o título de "Follow Your Dreams". O guitarrista Kiko Shred me concedeu uma entrevista para contar um pouco do trabalho dessa banda que está crescendo muito de um tempo pra cá. Vamos conferir.

Ricky: Olá Kiko, como você está? Seja bem vindo ao site Kisskillers!

Kiko: Olá! Estou muito bem! É um prazer conversar com o pessoal do site Kisskillers!

Ricky: Me conte como surgiu o Slippery.

Kiko: O Slippery surgiu em meados de 2003/2004 com a proposta de fazer covers variados de grandes bandas dos anos 80´s. O line up passou por varias mudanças até se estabilizar com a atual formação onde os únicos integrantes originais são Dragão (guitarra) e Rod (bateria).

Ricky: Vocês já possuem um EP gravado, como foi a produção e a escolha das músicas?

Kiko: Eu entrei na banda uns três meses antes de começar a gravação do EP, as músicas foram escolhidas pela banda toda em democracia (risos), quanto à produção, ficou por conta do nosso vocalista Fabiano Drudi, gravado no seu estúdio em Campinas/SP chamado Kidman Estúdio, demos muita atenção ao timbre dos instrumentos, pois queríamos que tivesse a sonoridade típica dos discos da década de 80, desde timbres de guitarra, caixa da bateria e baixo.Também demos muita importância aos backing vocals (N.R.: Em um show do Slippery em Jundiaí, eu quase peguei o EP lançada ao público pela banda, mas infelizmente escapou das minhas mãos).

Ricky: Como foi tocar com o L.A. Guns no Hammer em Campinas?

Kiko: Foi uma experiência gratificante para todos nós! Eu particularmente sempre ouvi muito L.A. Guns e foi muito legal dividir o palco com eles, Tracii Guns é um cara super simpático e bem humorado, achei uma pena não estar mais à formação com Phill Lewis e Steve Riley, mas tudo bem...

Ricky: Quais são os planos para o futuro do Slippery?

Kiko: Estamos fazendo shows divulgando nosso EP e ao mesmo tempo gravando nosso álbum completo.

Ricky: Vocês têm alguma previsão de quando vai ser lançado um álbum oficial do Slippery?

Kiko: Nós estamos mais ou menos no meio do processo, eu acredito que lá pra fevereiro ou março já estejam prontos!

Ricky: Tem algum show do Slippery que não dá pra esquecer? Algo que ficou pra história da banda?

Kiko: Na minha opinião foi o show de abertura do Jeff Scott Soto e Jimi Jamison do Survivor, o Jimi é outro cara super simpático e atencioso, assistiu nosso show do backstage e elogiou muito a gente! Receber elogios do cara que fez o hit "Burning Hearts" foi uma honra claro.

Ricky: Me fale sobre o clipe de "Two Young Hearts".

Kiko: Foi gravada na estação cultura em Campinas - SP, foi o primeiro clipe que fizemos, achei muito bacana o resultado! Agradeço a Ana Carolina e a equipe de PUC Campinas que fez todo esse trabalho com a gente.

Ricky: Alguma dica para as bandas que estão começando hoje?

Kiko: Aconselho as bandas a ensaiarem com afinco e aos músicos a estudarem seu instrumento com dedicação, minha dica é para que não se contentem com um show médio ou uma gravação media, sempre procurem fazer o melhor possível tanto no estúdio quanto ao vivo! Músicas próprias precisam de muito mais dedicação do que covers, e o reconhecimento por parte das casas de show são mais demorados também! Infelizmente...

Outra coisa importante é sempre manter o bom relacionamento entre os integrantes da banda, já vi bandas excelentes acabarem por guerra de ego entre integrantes, acho isso desnecessário.

Ricky: Deixe alguma mensagem para os fãs do Slippery!

Kiko: Muito obrigado por acompanharem a gente, muito obrigado por irem aos shows, por comentarem no nosso palco mp3 sempre elogiando, por todas as mensagens, isso é muito gratificante pra cada um de nós! Obrigado a todos que compraram nosso EP e também a todos que baixaram na Internet (risos) em breve nós lançaremos nosso CD completo e vai ser muito importante poder contar com todo apoio de vocês novamente.

Ricky: O que você achou do site Kiss Killers?

Kiko: Achei excelente! Principalmente por apoiarem o Heavy Metal / Hard Rock nacional divulgando as bandas independentes também.

Ricky: Kiko, eu agradeço pela entrevista e sucessos ao Slippery e a você!

Kiko: Eu que agradeço a oportunidade! Obrigado a todos envolvidos no site, na divulgação e a todos os leitores e visitantes do Kiss Killers.

Site:

Slippery

MySpace:

Myspace

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Novembro 2008

**Cari - Sister no ar...(Outubro 2008)**

O Sister é outra banda formada das profundezas da Suécia, existe desde o final de 2005 e desde então, estão crescendo e alcançando o topo!A banda é formada por Dani (Guitarra), Cari (Bateria), Jamie (Vocal) e Rikki (Baixo).Eu entrevistei o Cari, e ele conta um pouco sobre o Sister.

PS: Eu agradeço a Any por me ajudar nessa entrevista e dar todo o apoio que eu precisei.

Ricky -Oi Cari, como está você? Seja bem vindo ao site kisskillers!

Cari -Hey! Estou muito bem. Eu cheguei em casa a duas semanas atrás, estava passeando na Europa e agora estou pronto para começar a trabalhar com algumas canções novas e coisas assim.

Ricky -Sobre o Sister, nos informe como surgiu a banda.

Cari -A banda Sister existe desde o final de 2005, mas com estes integrantes, depois de uma mudança de baixista, por cerca de 1 ano e meio. Eu (Cari) e Dani crescemos juntos e começamos tocando músicas nossas e conhecemos um bêbado, Jamie, em uma noite perto da nossa cidade e nos reunimos com ele. O Sister foi formado. Na Primavera de 2007 nosso baixista saiu e seguimos com Rikki, que tocou em uma banda chamada Starlet Suicide e então ele ingressou na banda.

Ricky -Até agora, vocês só lançaram singles, quando teremos um álbum oficial do Sister?

Cari -Não sei. O mercado da música não é mais como era antes. Estamos fazendo um bom trabalho da nossa maneira. Mas é claro, estamos à espera que a gravadora entre em contato conosco. Temos tido contato com selos, mas nada bom o suficiente.

Ricky -Existe uma quantia enorme de bandas que estão nascendo na Suécia, como Crashdiet, Hardcore Superstar, entre outros. Existe alguma fonte de inspiração em seu país?

Cari -Sim, claro, nós somos inspirados por essas bandas. É legal que tantas bandas são provenientes daqui, mas isso não importa tanto assim para nós. Nós estamos fazendo algo nosso.

Ricky -Aqui no Brasil existem algumas bandas de hard/sleaze/glam, algumas são muito boas. Você tem alguma dica para as bandas que estão começando a alcançar o sucesso?

Cari -Bem, trabalhar duro e promover seu produto 100 %.

Ricky -Na sua opinião, quais são os cinco melhores álbuns já lançados?

Cari -Impossível dizer, nós ouvimos músicas tão diferente do hard rock, country, punk, metal Blablabla ... e assim vai.

Ricky -Quais são os planos para o fim de 2008 e o que podemos esperar para 2009?

Cari -Os planos para 2008 são alguns grandes shows na França, talvez aqui na Suécia, a gravação de um duplo com novas músicas e fazer um vídeo. 2009 esperamos apenas que tenha mais coisas boas, turnês e gravações de novas músicas.

Ricky -Quando podemos esperar pelo Sister aqui no Brasil?

Cari -Quando alguém pagar!(risos) Nós gostaríamos de ir ao Brasil.

Ricky -Deixe alguma mensagem para os fãs do Brasil?

Cari -Ei vermes! Confiram o Myspace  e Sisteronline para as informações mais recentes. Bem, gravamos uma nova música e atualizamos na internet para manter você atualizado! Esperamos ver vocês!

Ricky -Eu agradeço por me conceder essa entrevista, e sucessos ao Sister e a você!

Cari -Obrigado a você !

Ricky Catz.

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Outubro-2008

**Olliver Twisted  - Reckless Love (Outubro 2008)**

O Reckless Love é uma banda da Finlândia que teve certo reconhecimento aqui no Brasil depois que seu vocalista, H. Olliver Twisted, entrou para a banda sueca Crashdïet, substituindo Dave Lepard (1980 – 2006). Olliver me concedeu uma entrevista exclusiva na qual ele fala um pouco sobre a sua passada pelo Crashdïet e os planos para o Reckless Love. Confira!!!

Ricky: Oi, Olliver, como está você? Seja bem vindo ao site kisskillers!

Olliver: Oi, Ricky e kisskillers, obrigado por perguntar... Estou me sentindo absolutamente fantástico. São dez da manhã e eu estou escrevendo isso. Eu acabei de acordar e a entrevista esta aqui, debaixo dos meus nus...olhos!

Ricky: Conte-nos sobre o seu período na banda Crashdïet. Com que palavra você resumiria essa fase de sua vida?

Olliver: O tempo todo que eu estava no Crashdïet, eu também estava no Reckless. Portanto, os tempos não foram diferentes. Tudo que vem à mente agora, apenas alguns meses atrás, foi a quantidade de viagens que fiz entre a Finlândia e a Suécia. O que não era uma solução sensata, em retrospectiva (risos).Como experiência, foi ótimo. Nenhum arrependimento, pelo contrário.

Ricky: Você esteve aqui no Brasil há pouco tempo com o Crashdïet realizando uma apresentação em São Paulo (falando nisso, eu estava lá). Você se divertiu nos dias que esteve por aqui? Muitas festas? Muito assédio? Você curtiu o clima brasileiro?

Olliver: No geral, eu passei quatro dias no Brasil! O que foi muito pouco. Gostaria de ter ficado muito mais tempo, mas as circunstancias me deixaram ocupado no momento. Então, eu tive que ir depois e ir embora antes. Foram dias agradáveis e fáceis. Eu comi e bebi muito. O clima era típico de um inverno brasileiro, que era como o verão finlandês. As pessoas foram extremamente educadas e as fãs extremamente selvagens. Que é exatamente como eu gosto!

Ricky: Agora o seu projeto atual é com a Reckless Love. Nos conte como surgiu a banda.

Olliver: É um pouco engraçado que algumas pessoas pensem do Reckless como o meu novo projeto. O que não é realmente verdade. O Reckless Love é um projeto que vai durar por toda uma vida para as pessoas que estão envolvidas. Começamos tocando com o nome há muito tempo, e, finalmente, a banda tomou a sua forma atual, aproximadamente cinco anos atrás. Agora, estamos mais fortes do que nunca.

Ricky: Até agora vocês só lançaram singles. Quando nós teremos um álbum oficial do Reckless Love?

Olliver: Seria tão legal te dar uma data específica para o lançamento do nosso álbum, mas, infelizmente, temos de mantê-la em segredo, porque este é um negócio que sempre está mudando e nada pode ser dito com 100% de certeza. No entanto, posso dizer para você que estamos trabalhando nas músicas diariamente e estamos preparando o álbum para ser lançado em um futuro próximo.

Ricky: Sobre a turnê, o que você pretende fazer?

Olliver: Tocar ao vivo é a nossa xícara de chá... Adoro! Gostaríamos de turnê por toda parte.

Ricky: As suas músicas são muito boas, a minha favorita é "Goodnight" e "Easy Absolution". Qual das suas canções você gosta mais de cantar?

Olliver: Estivemos trabalhando muito no novo material para a próxima estréia, e eu
suspeito que no álbum haverá um número muito limitado de nossas canções antigas. Afinal, tudo se resume em quão boas são suas músicas, e, neste ponto, eu tenho que dizer que todas as novas músicas são muito boas, e eu gosto delas mais do que qualquer coisa.

Ricky: Quais são os planos para o fim de 2008 e o que podemos esperar para 2009?

Olliver: Os planos para o resto de 2008 são continuar a trabalhar muito nas novas canções e, provavelmente, fazer algumas pequenas gigs na Finlândia. Os planos para 2009 ainda estão abertos, mas eles parecem grandes.

Ricky: Quando podemos esperar pelo Reckless Love no Brasil?

Olliver: Esperamos que esteja incluído em nossos planos para 2009!! Gostaria muito de ir aí assim que possível. No entanto, estas coisas tendem a ter seu próprio tempo e, portanto, não posso dizer ao certo quando. Mas me permito manter o nosso ânimo para que seja logo!!

Ricky: Deixe uma mensagem para os fãs do Brasil.

Olliver: Quando você menos esperar, Reckless Love vai estar aí e balançar vocês! ...
Rápido como uma batida de carro!!!!!!!! Nesse meio tempo você confere melhor nosso website: Recless Love  e nosso myspace: The Reckless Love  e fique atento para notícias.

Ricky: Obrigado pela entrevista e aguardamos ansiosos pela vinda do Reckless ao Brasil.

Olliver: Obrigado!! Nós mal podemos esperar para chegar aí.
Olliver Twisted / Reckless Love

Ricky Catz.

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Outubro 2008

**Danny - Crazy Lixx-(Outubro 2008)**

Depois do cenário hard/sleaze ter o prazer de conhecer várias bandas vindo da Suécia como Hardcore Superstar e Crashdiet, se prepare para conhecer um pouco mais da banda Crazy Lixx!! Em uma entrevista exclusiva, o vocalista Danny conta um pouco mais da história da banda e dos projetos para o Brasil! Confira!!!

Ricky: Olá, Danny, como está você?

Danny: Eu estou indo muito bem, obrigado.

Ricky: Poucas pessoas conhecem o trabalho do Crazy Lixx aqui no Brasil. Então, nos informe como surgiu a banda.

Danny: Bem, a banda surgiu há cerca de seis anos, mas eu sou o único
membro fundador que resta. Joey (o baterista), está na banda há quase tanto tempo também. A razão pela qual formamos o Crazy Lixx é simples: estávamos cansados do cenário musical da época e queríamos tocar um tipo de hard rock que nós sempre amamos, um tipo que se perdeu em algum lugar no momento em que o grunge cresceu forte.

Ricky: Quando eu escuto o nome "Crazy Lixx" eu lembro da música "Heroes are Forever". É uma canção incrível com um grande refrão. Qual o significado dessa música para você?

Danny: "Heroes are Forever" é essencialmente a canção que nos marcou e, realmente, nos moveu a um novo nível; passamos de uma banda de garagem para uma banda com gravadora. O significado da canção é basicamente que todos os nossos heróis sempre nos atingem em algum momento. Seja por drogas ou mudança de estilo musical, eles sempre "morrem jovens". Quase todas as bandas estão no seu melhor quando ainda estão famintos por sucesso e a maioria se desfaz quando consegue isso.

Ricky: Temos nóticias de ótimas bandas da nova geração hard/sleaze vindo da Suécia, como o Crashdiet, Hardcore Superstar entre outros. No entanto, não sabemos como anda a cena hard em seu país. Você pode nos descrever um pouco?

Danny: Bem, você mencionou algumas das próximas bandas e posso dizer que há muito mais delas. A Suécia tem sido um ótimo país quando se trata de produzir música e acho que chegou o tempo de uma onda de hard rock sueco.

Ricky: Quais são as suas influências como vocalista?

Danny: Todos os grandes cantores de grandes bandas. Para citar alguns: Sebastian Bach, Bruce Dickinson, Paul Stanley, Dio.

Ricky: Me fale sobre o albúm "Loud Minority".

Danny: O álbum é a nossa estréia e até agora o único álbum lançado. Ele apresenta músicas que foram escritas durante todo o percurso, desde o inicio da banda até o verão de 2007, quando foi gravado. Tentamos fazer um álbum forte com nenhuma carga, apenas com grandes canções e riffs (e as ocasionais baladas). Pessoalmente estou muito satisfeito com o resultado.

Ricky: Quais os planos futuros do Crazy Lixx?

Danny: Neste momento estamos escrevendo um material novo para o próximo álbum e também estamos fazendo shows, principalmente na Suécia.

Ricky: Quais são as suas três bandas favoritas?

Danny: Essa é difícil, escolhendo apenas três. Vamos ver... Ok, vamos dizer assim: Iron Maiden, Whitesnake, Judas Priest. Mas o topo da lista varia muito. Se tivesse me perguntado há um mês a partir de agora, poderia ter sido: Dio, Skid Row e Bon Jovi. Depende do humor, mesmo.

Ricky: Quando podemos esperar pelo Crazy Lixx no Brasil?

Danny: O mais rápido possível.

Ricky: Dizem que as suecas são muito bonitas. Porém, algumas mulheres do Brasil adoram os suecos. Digo isso porque uma amiga disse que casaria com você. O que você acha?

Danny:(risos), não sei sobre isso. Nenhum dos membros do Crazy Lixx é totalmente sueco. Todos nós temos algum tipo de descendência estrangeira. Mas eu acho que as garotas suecas são algo de muito especial, tanto quanto as meninas no Brasil.

Ricky: Deixe algum recado para os fãs do Brasil.

Danny: "Se vocês nos agendarem, nós iremos".

Ricky: Obrigado pela entrevista, sucessos ao Crazy Lixx e a você.

Danny: Muito obrigado. Foi um prazer.

Crazy Lixx

Ricky Catz.

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Outubro 2008

**T.R.I.S no ar...(Setembro 2008)**

A banda T.R.I.S, é uma banda de Hard/Heavy de Jundiaí/SP que conta com Rodrigo Dias (vocal), Levi Franco (baixo), André Camargo (bateria) e André Fernandes (guitarra). Entrevistei o Rodrigo e ele conta um pouco sobre o trabalho da banda. Vamos conferir!

Ricky: Como surgiu a banda?

Rodrigo: Surgiu meio que do nada, de uma conversa entre o Levi e o André. Eles queriam uma banda pra mandar o bom e velho rock´n roll e que pudessem colocar nela todas as suas influências (que não são poucas). O André (vulgo Fanta) foi chamado pra batera, e depois de ir vê-los num ensaio eles me chamaram pro vocal. Como achei a proposta da banda muito legal eu aceitei de cara.

Ricky: O que significa o nome T.R.I.S?

Rodrigo: Significa "To Rest In Silence"...uma citação de Shakespeare.

Ricky: Quais as influências da banda e a sua influência como vocalista?

Rodrigo: Como eu disse, tentamos colocar na banda tudo que nós gostamos, então pode-se notar influências de Metallica, Skid Row, Helloween, Alice in Chains, Megadeth, W.A.S.P., e por ai vai, embora sempre buscamos uma sonoridade bem pessoal em todas as musicas. Acho que a minha principal influência é de fato André Matos, foi ouvindo o trampo dele que decidi tentar ser frontman (risos). Outras influências são Sebastian Bach, Kiske e Ville Valo, vocalistas que sempre me inspiraram muito.

Ricky: Essa é uma pergunta que eu faço pra todas as bandas que eu já entrevistei (risos), qual foi o melhor show do T.R.I.S? Teve algum show que aconteceu algo bizarro?

Rodrigo: Cara, pra mim foi quando tocamos pela 3º vez no festival Hard n´Metal Fest aqui da cidade vizinha(Várzea Paulista). O feeling, o público, tudo foi muito bacana, mas acho que cada show tem seu ponto especial. Situações "bizarras" mesmo ainda não tivemos, apenas situações mais tensas, ou engraçadas.

Uma que nunca vou esquecer foi logo no 1º show, em que eu iria cantar só as duas últimas musicas, pq tinha acabado de entrar na banda. Como não deu tempo de decorar as letras, foi tudo no "embromation" mesmo, num certo momento eu não consegui segurar o riso, mas ta valendo (risos).

Ricky: Vocês tocam alguns covers e possuem músicas próprias também, a banda pretende gravar uma demo?

Rodrigo: Com certeza, a intenção é gravar durante o inicio de 2009, se tudo correr direitinho.

Ricky: Quanto às bandas que vem surgindo hoje, o que você acha?

Rodrigo: Acho que hoje em dia infelizmente há muita reciclagem de idéias e pouca originalidade, bandas que buscam repetir o que já deu certo. Obviamente tem muita coisa boa por aí, mas infelizmente muitas bandas ótimas ficam ofuscadas por outras de gosto duvidoso que tem um som mais apelativo.

Ricky: O que você achou do site kisskillers.com.br?

Rodrigo: Muito bacana, é sempre bom ter esse tipo de espaço pro underground e manter a galera unida, porque é disso que precisamos. Alias, gostaríamos de agradecer pelo espaço, que com certeza é muito importante para as bandas que assim como a gente está começando.

Ricky: Algum recado para os fãs que gostam do trabalho da banda?

Rodrigo: Valeu todo mundo que tem acompanhado o nosso trampo e pelo apoio, porque sem vocês, não teríamos nem saído das salas de ensaio....ah, e aguardem as surpresas que estão por vir hein, valeu =)

Contatos T.R.I.S

e-mail: T.R.I.S

Ricky Catz.

Contato Ricky Catz

Setembro 2008

**Richlord no ar...(Agosto 2008)**

Hey!

Entrevistei o Ricardo Benny, vocalista da banda de heavy metal Richlord! O Richlord vem sendo reconhecido por muitos, não só em Jundiaí mais em toda região. Vamos coferir!

Ricky: Como surgiu a banda e de onde vem o nome Richlord?

Ricardo: A banda surgiu em 2004 da dissidência da minha ex-banda "The Graceland". O guitarrista Ailton Duraes e eu resolvemos montar uma banda com uma postura profissional, gravamos uma demo e recrutamos o guitarrista Leandro Polidóro (vulgo E.T), o baixista Leonardo Pióli e o baterista Renato cunha. O nome Richlord nada mais é que a etimologia do nome Ricardo em inglês, e foi uma dica do meu amigo Rodolpho Valentim.

Ricky: O Richlord recentemente lançou sua segunda demo, o "Frozen In Heaven", porém com uma formação bem diferente. Fale sobre a nova formação.

Ricardo: Em 2006 a banda se separou por divergências musicais, e até pensei em terminar a banda, mais depois de um tempo e alguns conselhos de amigos e admiradores do trabalho do Richlord, vi que não deveria deixar a peteca cair. E assim o Richlord renasceu das cinzas com a entrada da fantástica dupla de guitarristas Ricardo Macan e Kleber Brito, de ezímio baixista Ibere Ferraz e do baterista Murilo Martins. Em 2007 o Richlord voltou à ativa!

Ricky: Sempre tem algum show que chamou mais atenção do público e da banda. Qual foi o show que assim podemos dizer: "inesquecível" ?

Ricardo: Na verdade posso dizer que foram três shows que marcaram o Richlord. Com a formação antiga o melhor foi em outubro de 2005, em Ribeirão Preto com a banda Gore Adiction, e com a nova formação a apresentação no festival Várzea Open Air 2008, foi sem dúvida a apresentação mais animal de todos os tempos, o público estava muito empolgado e em total sintonia com a banda. E o terceiro show foi o de abertura para a banda Matanza em Jundiaí, o qual o público foi demais.

Ricky: O Richlord é uma banda de heavy metal com uma pegada hard rock, quais são as influências da banda?

Ricardo: Na linha do heavy metal nossas influências são: Judas Priest, Manowar, Accept e um pouco de Iron Maiden; mas realmente temos uma pegada de hard rock no instrumental como: Scorpions, Def Leppard e algo do Kiss na fase Revenge.

Ricky: O Kiss é uma excelente banda e vejo que você possui uma tattoo do Deus do Rock n’ Roll, Paul Stanley. O que você tem a dizer sobre isso?

Ricardo: O Kiss pra mim é algo sagrado, uma verdadeira religião, muitas vezes chego a dizer que sou um convicto Kisstão. Não há um dia que eu não passe sem ouvir Kiss, e Paul Stanley para mim é o verdadeiro Deus do rock. Por isso que em minha tattoo está escrito: "Paul Stanley Saves".

Ricky: Quais são os planos futuros para a banda?

Ricardo: Estaremos entrando em estúdio no final desse ano, porém não sabemos se é para gravar outra demo ou para o tão esperado "Full Lengh".

Ricky: Voltando ao Kiss, qual o seu álbum preferido e qual foi o seu primeiro contato com a banda?

Ricardo: Meu álbum preferido é o Creatures of the night, e o meu primeiro contato foi ver o clipe de I Love it Loud no fantástico em 1982 quando eu era apenas um garotinho. E recentemente eu tive um contato pessoal com Bruce Kulick depois da coletiva sobre a Kiss Fest.

Ricky: Algum recado para os fãns?

Ricardo: Nunca deixe a chama do heavy metal apagar de você!

Ricky: Obrigado e sucesso a banda!

Ricardo: Obrigado a você!

Contatos:

(11) 8152-3517

E-mail:

 Richlord

Orkut:

 Orkut

Ricky Catz.

Contato Ricky Catz

Agosto 2008

**Sweet Bullet no ar...-(Julho 2008)**

Hey rockers!

Como vocês estão? E como está a força do Rock n’ Roll? Hoje vou falar sobre a banda de hard rock Sweet Bullet, a banda de Jundiaí que vem crescendo como nunca no cenário musical. A banda conta com Luciano Frazani (vocal), Ricardo Benny (baixo), Ricardo Macan (guitarra), Daniel Kaam (guitarra) e Adrian Mark (bateria). Eu entrevistei o Luciano Frazani e ele me conta sobre os planos futuros para o Sweet Bullet. Então vamos ao trabalho.

Ricky: Olá Luciano, como você está?

Luciano: Eu estou bem, obrigado!

Ricky: Me fale como surgiu a banda e quem teve a idéia de colocar o nome de "Sweet Bullet".

Luciano: Bom, o Sweet Bullet foi formado em dezembro de 2007, quando eu, Perna(Adrian Mark) e Benny deixamos o Rockstar. A idéia era investir nas composições próprias e tentar aproveitar um pouco da popularidade que alcançamos com o Rockstar. No entanto, foi difícil definir os guitarristas da formação. O Macan foi a primeira escolha. A segunda guita ia ficar a cargo do Renato Curuma. Mas antes mesmo do primeiro ensaio já tivemos a primeira baixa. Então, convidamos o Dan, que chegou junto com o nome. Por sinal, pra quem não sabe, o Dan chegou a se apresentar com o Sweet Bullet com outra formação antes. Mas eles só tocavam covers.

Ricky: A banda é nova e vocês já possuem músicas próprias no repertório, isso é uma maravilha porque mostra que a banda tem garra, quando vocês pretendem gravar uma demo?

Luciano: Sim, certeza. É nosso principal objetivo. A gente chegou a selecionar alguns covers, mas era principalmente para alcançarmos um entrosamento legal com essa formação. No entanto, desde o primeiro show, em março, na Lounge, nossas composições são executadas ao vivo. Nossa gravação está sendo agendada. Faltam apenas detalhes para registrarmos nossas oito músicas já finalizadas.

Ricky: Qual foi o melhor show do Sweet Bullet? Em algum show já aconteceu algo "bizarro"?

Luciano: Pra mim, o melhor show foi na Lounge, no dia 27 de junho, junto com o Keep The Faith (Bon Jovi Cover). Tocamos sete sons nossos e a galera chegou até a cantar algumas letras conosco. Foi uma sensação incrível! Agora, bizzarro? Nossos shows são sempre divertidos, principalmente pela alta quantidade de álcool consumida por alguns dos integrantes. (Risos). Teve o episódio do óculos perdido no palco, as cusparadas do Benny, as piadinhas infâmes... Não chegam a ser bizarros, mas, definitivamente, são acontecimentos diferentes que acontecem nos nossos shows.

Ricky: Qual sua música preferida do Sweet Bullet, aquela que você canta com um jeito meio, digamos "a vontade"?

Luciano: Eu gosto demais da "Like In Your Dreams". Pelo arranjo, os duetos de guitarras, a melodia do refrão e principalmente pela letra, que é um verdadeiro tapa na cara daqueles que sentam e esperam as coisas acontecerem. Mas Gamblin` Again, por ter sido a primeira a ser composta e ter uma alma bem Hard Rock mesmo, também tem lugar cativo entre as prediletas. Mas todas as outras correm por fora, especialmente Out Of Control.

Ricky: Você e o Ricardo Benny possuem uma tattoo do Paul Stanley, para muitos ele é considerado um "Deus"; mais para você o que Paul Stanley significa?

Luciano: O Paul é o maior Rockstar da história da música! O cara canta demais, canta demais, encanta demais... É o carisma em pessoa! A obra dele fala por si só... Fiz essa tattoo pra ver se consigo ter um milésimo dessa inspiração que ele sempre teve. Quem me dera...

Ricky: Agora quais são os planos do Sweet Bullet, além de gravar a demo?

Luciano: A gente tá tentando marcar a Hard Fuckin´ Nite (evento que acontece em Jundiaí com participações de bandas de hard rock) em outros palcos. Pra uma banda apenas, é mais difícil conseguir datas em casas de show por aí. A estréia vai ser no dia 22 de agosto, junto com as bandas Slippery e Voodoo Shyne, que também investem bastante em composições próprias. O Hard Rock nunca morreu, porém, está voltando com força total, depois de um tempo no ostracismo. A gente tá tentando um lugar ao sol, com muito trabalho!

Ricky: O que você achou do site?

Luciano: Sei como é levar a frente projetos independentes. Sou jornalista e atuo nessa área desde 2002. Para obter reconhecimento, é necessária uma cota enorme de transpiração, talento e bom senso para encaixar o trabalho no mercado. É visível que vocês estão no caminho certo. Estamos juntos nessa. Keep Hardin´!!

Ricky Catz.

Contato Ricky Catz

Julho 2008

**Wild Tiger no ar...(Junho 2008)**

Estou de volta com a minha coluna no site Kisskillers.oficial, sentiram a minha falta?Espero que sim! Hoje eu vou falar um pouco de tudo, e claro que é relacionado ao Kiss, então vamos ao show!

Gene Simmons, o senhor do dinheiro.

Recentemente Gene Simmons disse que fará um Reality-Show intitulado KISS-IDOL com objetivo de encontrar novos membros para o grupo. Paul disse que não há nenhum contrato assinado e fazer um clone do KISS não teria lógica. E se realmente houvesse um KISS II, seria meio sem graça, em minha opinião, o Kiss deve ser único e eterno.

Seria isso mais um jogo de marketing do Sr. Simmons?

Ninguém nunca sabe o que ele pensa!

Gene Simmons se tornou o senhor do marketing, lançando desde caixão, realities-show, até um carro que leva o nome do KISS. Sua vida vem se tornando um cofrinho com moedas de ouro, em que nada é mais importante que ganhar dinheiro, é certo que ele ainda tem o espírito rock n’ roll, mas percebemos que seu foco é o dinheiro. Não é a toa que uma matéria foi publicada em um jornal britânico dizendo que Gene e Paul juntos têm mais dinheiro que alguns países pequenos. Só a fortuna de Gene equivale a aproximadamente 100 milhões de dólares. Sim, pelo jeito, o cachê do KISS e o marketing o ajudaram a obter essa fortuna.

Tommy Thayer, aquele que imita Ace Frehley?

Tommy Thayer é considerado apenas o cara que substituiu o grande Ace Frehley, ele é odiado por alguns fãs do Kiss. Apesar disso, todos sabem que ele tem um contrato com o Sr. Simmons, e, em minha opinião, ele está certo. Se você recebesse uma proposta do tipo: "Te pagarei 1 milhão se você tocar na banda usando a maquiagem do Ace." Quem não aceitaria?!? Recentemente um amigo meu foi ao show do Kiss, e disse que Tommy é ignorado por quase todos os fãs, e quando falam com ele, ele dá toda atenção!

Por onde anda Peter Criss?

Ultimamente não ouvimos falar muito sobre o Peter, ele vai lançar um livro contando todos os "podres" do KISS, e lógico que as criticas serão voltadas para o Gene. Peter deve estar se preparando para processos antes do lançamento do livro, porque cabeças vão rolar e indenizações também!

Vinnie Vincent quem?

Alguém se lembra de Vinnie Vincent? Esse é um cara que ninguém tem noticias há muito tempo. Falaram que vão lançar um álbum tributo a ele, mas nada mais além disso. Há uns dias atrás eu vi um vídeo do Vinnie bem novinho, se eu não me engano era um vídeo da sua primeira banda em que apareceu como integrante oficial, o Treasure, que chegou a fazer um álbum, mas que não chamou muita atenção. A banda era meio alegre, percebia isso pela alegria deles no vídeo, o som era altamente pop.

Paul Stanley

No show que ocorreu na Dinamarca, o Kiss cancelou a passagem de som, pois Paul Stanley estava com problema na garganta e não queriam estragar o show sem a voz do mestre. Meu amigo que foi no show Kiss e teve a oportunidade de falar com a banda, pegou na mão de Paul Stanley e disse: "Thank you for everything!" e Paul gentilmente respondeu: No, thank "you" ! Acho que isso seria nas palavras do meu amigo: "missão comprida!".

Ace Frehley

Senhor Ace, queremos saber quando vai sair seu novo álbum! Eu recebi boas críticas sobre o show do Ace, disseram que ele está arrebentando e que não desapontou nenhum fã com suas músicas e performances no palco. Afinal, Ace Frehley é o cara mais divertido da face da terra, alcoolizado ou não! E quanto ao seu álbum, creio que só no final do ano.

Mark St. John

No kissology II aparece o Gene apresentando o saudoso Mark St. John, que deus o tenha. Eu senti falta de mais material sobre ele, deveria ter colocado algum show ou uma entrevista. Isso deixou a desejar na segunda edição do Kissology, pois ele fez parte da banda e não bastou apenas uma aparição no vídeo e a sua data de nascimento e de morte, tinha que ter algo mais sobre ele, pois sua participação no Kiss foi de grande importância.

Falando em Kissology!

Eu estive assistindo o Kissology 3, e sem dúvidas é maravilhoso. É composto de grandes shows desde da tour do Revenge (1992) até a tour do Psycho Circus, (2000) sem contar um show de 73, o qual o Kiss toca em um barzinho com um palco minúsculo, simplesmente sensacional. Pra quem ainda não assistiu, eu aconselho: assista! O Kiss deveria lançar um Box oficial com todos os clipes em alta qualidade, esse seria um grande outro "passo" do Sr. Gene, e seria interessante. Quem sabe não teremos esse prazer?

Ricky Catz.

Contato Ricky Catz

Junho 2008