Banda Hate Your Fate

Quem é vivo sempre aparece! haha O mês de Novembro foi muito corrido para mim, rolou alguns shows, ai então é muita doidera. Inclusive, tocou 'Bandanos' aqui em Foz, e logo na semana seguinte, fechei entrevista com o Hate Your Fate, e no sábado (29/11) eles tocaram aqui. É, deu pra perder a cabeça hahaha. Então, o Hate Your Fate (HYF) é uma banda de Crossover, de Cascavel/PR. Mas, paramos com a demora haha Let's Rock:

Samy:-Primeiramente me fale sobre a banda. Como surgiu, se sofreu mudanças na formação, e a idéia principal.

Fétinho e Reginaldo:- A banda surgiu após um show quando o Pedro e o Pedrão conversaram sobre a possibilidade de montar uma banda de Thrash/Crossover. Depois eles vieram falar comigo (Reinaldo). A gente já conhecia o Piazinho e sabíamos que ele tava sem tocar com ninguém, a gente convidou ele e a partir daí começamos a ensaiar numa construção que tava rolando na casa do Pedrão. Tudo isso aconteceu na segunda metade de 2006. Em dezembro o Toxic Holocaust tava fazendo uma turnê pelo Brasil, depois de tocarem em algumas cidades do Sul, marcaram um show por aqui (Cascavel) dai a gente conversou com o cara que tava organizando e ele liberou um espaço pra gente como banda de abertura. Esse foi o primeiro show da banda que naquela época tocava 6 músicas próprias e alguns covers como Suicidal e D.R.I. Nessas músicas próprias procuramos passar uma mensagem de deboche e também revolta quanto a nossa realidade. Bom, depois desse show a gente pensou na idéia de gravar nossos sons no formato de um EP com umas 6 músicas. Nessa época também o Piazinho (baixista) tava viajando e não tinha data pra voltar. A gente então convidou o Fétinho pra gravar 4 músicas com a gente. As outras duas músicas foram gravadas pelo Piazinho quando ele voltou de viagem. Na primeira metade de 2007 a gente fez alguns shows aqui em Cascavel e também na região (Maringá e Londrina), e começamos então a discutir mais sobre como a banda ia prosseguir. Nessa época tanto o Piazinho quanto a gente estávamos sentindo um desgaste na formação, nossas idéias já não estavam tão afiadas e após uma longa conversa decidimos em conjunto que seria melhor mudar a formação e decidimos então trocar o baixista, então o Fétinho começou tocar com a gente, o primeiro show com a nova formação foi em novembro do ano passado em Guarapuava, a repercussão foi bem legal e acabamos fazendo alguns amigos por lá.

Samy:-Quais as influências da banda? E suas como baixista?

Fétinho e Reginaldo:- Então em relação às influências da banda. São várias...desde o Punk, Hard Core, Crossover, Thrash , Surf Music e até Grind Core! Fétinho: As minhas maiores influências em relação ao baixo vem de bandas como o G.B.H. e o Dead Kennedys, mais se fosse pra falar algum baixista que curto muito falaria dois: o Dan Lilker no Nuclear Assault e o Juninho que toca no R.D.P e no Discarga, e esse com certeza tem a presença mais insana de todos!

Samy:- Vocês ja possuem algum material gravado? (Tipo demo, split, full-lenght, etc..)

Fétinho e Reginaldo:- A gente gravou até agora um EP chamado Laughing in Despair que tem 6 sons. E agora no começo de 2009 vamos lançar um split com o LowLife, banda duns camaradas nossos que a gente acabou conhecendo em Sampa no "The Night of Living Thrashers" show que rolo no meio desse ano. Depois de umas conversas por lá e pela internet, surgiu à idéia de lançar uma parada em conjunto o que pareceu perfeito pra gente uma vez que os caras são gente fina e também fazem um som foda.

Samy:- Quantos shows vocês fazem em media? (Por mês/Ano)

Fétinho e Reginaldo:- Acho que até agora foram uns 14 shows em dois anos...

Samy- Há algum show que vocês mais gostaram de tocar, que houve mais piração?

Fétinho e Reginaldo:- Intão, todos os lugares são muito massa, pra nós tocar por exemplo no Underground Union é muito foda, é muito massa porque é uma parada que é organizada pela Piazada Feia de Toledo, que são nossos "super mega irmãos"! Mas o mais foda foi o que rolou em Campinas aonde tocamos com os camaradas do Bomb Threat, Sactor, Metalizer, Rebitantes e o Kranio que foi uma banda de Crust/HC que a gente curtiu muito. O show foi num bar bem simples e a galera com certeza estava lá numa boa, foi uma festa muito massa. Curtimos uns DVDs do Bad Brains e do Broken Bones no balcão do bar!! Fala sério isso num acontece aqui em Cascavel nunca!

Samy- Sobre o que falam as letras das músicas?

Fétinho e Reginaldo:- A gente tenta abordar vários temas da realidade que a gente vive. Como em algumas letras aonde falamos sobre o abuso de autoridade, o desemprego, a poluição das fábricas, o consumo e sobre a alienação causada pela tecnologia. Mas também situações cômicas como o caso do moleque de 14 anos "estuprado" pela professora?! Ou também dum triângulo amoroso que não deu muito certo. E outras pirações influenciadas por filmes de terror são abordadas pela gente.

Samy:- Qual é a relação de vocês com o público?

Fétinho e Reginaldo:- Intão, a gente é fã de som também né meu. Acho que a gente pira tanto quanto qualquer um que ta assistindo. É sempre legal levar uma idéia com a galera que vai aos shows, é a partir disso que grandes amizades são construídas e o próprio Underground se faz também.

Samy:- O que você pensa sobre o Crescente aumento de bandas straight-edges nacionais, E o que acha da ideologia/filosofia?

Fétinho e Reginaldo:- Qualquer forma de manifestação cultural que traz uma idéia de libertação, que conteste essa merda que a gente vive é bem-vinda. O que é importante é a gente manter uma relação de respeito entre as escolhas e considerar as pessoas pelo que são. Só não curtimos essas idéias de nazis e fascistas enrustidos e é claro de padres, coroinhas e políticos corruptos.

Samy:- O que você acha sobre a cena Punk e HC de hoje em dia?

Fétinho e Reginaldo:- Então, várias bandas de Punk/HC das antigas ainda tocam até hoje como é o caso do Cólera, Hino Mortal, Olho Seco, Inocentes e enfim a lista é grande. No HC a cena também se repete com bandas como Lobotomia, RDP, DFC Armagedom e tantas outras ae. A gente curte muito todas elas e também somos influenciados por algumas. Sobre a cena, a gente teve a oportunidade de acompanhar algumas bandas gringas bem fodas por aqui (Maringá e Londrina) como o Riistetyt, Rattus, Agathocles (grind core). Mas isso foram apenas alguns shows, acredito (Reinaldo) que a cena no Brasil apesar de não ter tanta galera, ainda assim é uma das mais respeitadas por aí. Têm muita galera empenhada pra que a coisa funcione como as galeras dos coletivos e dos selos DIY. Apesar de vez outra aparecer um "qualira" por aí em vários pontos do país é uma cena bem consolidada. Tanto pelas bandas como pela galera que cola nos shows.

Samy:- Que banda Brasileira você indicaria como a sua 'preferida', em relação aos estilos que citei acima.

Fétinho e Reginaldo:- Fica difícil falar uma só, a gente curte muito e temos muita influência de várias bandas nacionais como o: DFC, Lobotomia, Discarga, Cólera... Mas pra nós o R.D.P. é a mais-mais de todas. (Reinaldo e Fétinho).

Samy:- Para finalizar, abro este espaço para algo que queira dizer ao público:

Fétinho e Reginaldo:- Ah, a gente queria um salve pra toda galera que curte som e que faz alguma coisa pela parada, seja através da participação nos shows, a galera das bandas, dos coletivos e dos selos. Valeu pelo espaço aí.

Formas de contato:

Christiano Tortato

Reinaldo Vuicik

Myspace

Integrantes:

Reinaldo Vuicik - Lead Vocals

Cristiano "Fétinho" Tortato - Bass Guitar

Pedro Gurgacz - Guitar and Vocals

Pedro Tomaz - Drums and Vocals

Sami Infernus

Contato Sami Infernus

Dezembro-2008

PANNDORA NO AR...(Novembro 2008)

Oie! Depois de ter sumido por um tempo, voltei! Parece que este mês é o "Mês das aparições" no Killers haha... Bom, vamos ao que interessa! Dia 18/10(Sábado) teve o show do Paul Di'anno aqui em Foz do Iguaçu, e depois
do cansaço total de sabado, entrevistei a Taíse, a Adrismith e a Kamila.No momento, o Panndora está sem vocalista. Good, Welcome to the Rock:



Sami-Primeiramente, me fale um pouco sobre a banda.

Kamila Trevisan-A Panndora existe há dez anos,como uma banda com uma proposta simples e honesta de tocar Heavy Metal,procuramos fazer o que gostamos,não nos apegando a rótulos e estereótipos.

Sami- De onde veio o nome 'Panndora'?

Kamila Trevisan - Remete à mitologia grega,mas sobretudo decorre da busca de algo simples,feminino e agressivo,que traduzisse a proposta da banda,de forma direta e objetiva.

Sami- Qual era a proposta de inicio?

KamilaTrevisan - A essência da nossa proposta ainda é a mesma,embora inicialmente tocássemos apenas covers.Hoje com sons próprios podemos dar corpo à nossa proposta musical.

Sami- Como foi a primeira experiência de vocês de subir ao palco?

Kamila Trevisan - As primeiras vezes foram assustadoras,nós tinhamos medo de cometer erros comprometedores e isso era muito tenso,comprometia nossa diversão com os shows.

Adrismith – As primeiras vezes foram tensas, medo de errar e isso ainda ocorre, com certeza, mas estamos mais "soltas" no palco do que antigamente.

Taise Bijora - Foi muito bom!e muito nervossismo tbém!hehehe.Foi com a Panndora inclusive que eu fiz minha estréia nos palcos,ano passado,ou final do ano retrasado,não me lembro...

Sami- Quais são as principais influências da banda?

Kamila Trevisan - A banda tráz influências pessoais fragmentadas,sendo difícil citar as bandas que influenciam a Panndora.Qualquer coisa que disséssemos seria um apanhado das influências de cada uma,que são bem divergentes mas,sinteticamente,a influência é o Heavy tradicional,o Thrash e o News Wave of British Heavy Metal.

Adrismith – Assim como a Kamila disse, a banda possui várias influencias, difícil citar uma banda só, mas, para se ter uma idéia, lá vão algumas: Wasp, Black Sabbath, Warlock, Chastain, AC/DC, enfim, bandas dos anos 80.



Sami- Taíse, quais suas influências como baixista?

Taise Bijora - Bom,minhas influências como baixista são várias...Algumas até inusitadas,rsrsrs...Baixitas com Steve Harris,sou fã dos Grooves Do Flea,sou fã do Cliff Burton.a simplicidade do Cliff Willians (AC/DC)...Ee tem muitos outros...

Sami- A banda tem mais ou menos quanto tempo de estrada? E você como baixista?

Taise Bijora – Estou na banda há quase dois anos,e a banda tem dez anos de atividade.

Sami- Qual foi o melhor show que fizeram?

Kamila Trevisan - Nossos shows melhoraram cada vez mais.então o último normalmente é o melhor.No momento,o melhor foi realizado em Foz do Iguaçu,com o Headline Paul D'ianno.

Taise Bijora - Todos os shows são memoráveis...mas o último show que fizemos,em Foz...foi inesquecível.

Sami- Sabe-se que no sábado (18/10), Vocês tocaram com o Paul Di'anno. Qual é a experiencia de subir ao palco com um grande 'astro'(assim podendo dizer), do Heavy Metal?

Kamila Trevisan - É sempre uma honra dividir o palco com músicos renomados,um motivo de lisonja,nos sentimos agradecidas e reconhecidas.

Adrismith – Foi uma grande honra e não só por isso, mas pelo público que deram muita força e agitaram pra caramba o evento.

Taise Bijora - Ah! foi muito bom,muito bom mesmo.Foi uma experiência única né,nos tráz prestígio,reconhecimento.Foi muito bom mesmo,sem contar o público do show que doi excepcional.

Sami- Além do Paul, já tocaram com outras bandas bastante conhecidas?

Kamila Trevisan - Tocamos com o Krisiun,Torture Squad,Leviaetan,Claustrofobia...

Adrismith – Comando Nuclear, Motorocker, Funeratus, Dominus Praelii,Andralls….



Sami- Vocês ja foram entrevistadas por alguma revista ou programa de TV? Se sim, qual, e como foi.

Kamila Trevisan - Fomos entrevistadas em um programa da Rede Massa filiada do SBT na região,Chamado Credencial e um programa da Rede Record com partes gravadas e ao vivo,foi muito bom,foram oportunidades de mostrar não apenas nosso trabalho,mas também o metal para o publico em geral,e, ambientes totalmente distintos do meio underground,sequer musical,porque aparecemos em sessões de variedades,nesses programas e foi muito gratificante,uma excelente oportunidade de divulgar a banda e o estilo musical que carregamos.

Adrismith – Também já fomos entrevistadas algumas vezes pelo jornal local.

Taise Bijora - Sim já fomos emtrevistadas em programas locais,um o Credencial e o outri mais recente o Balanço Geral.

Sami- Dentro do Metal/Rock rola muita discriminação por parte dos homens com
as mulheres. Ja aconteceu algumas criticas com vocês, pelo fato de ser uma banda de Heavy Metal formado só com mulheres?


Kamila Trevisan - No nosso último show,uma pessoa do público após comprar o nosso Cd,pediu pra que rolasse no som da casa,pedindo que rolasse o Cd "Das Virgens".Mesmo ficando agradecida por se interessar em nosso trabalho,a referência foi uma tremenda falta de respeito e franco preconceito por parte do marmanjo "Fodão".Eu particularmente sou completamente intolerante com esse tipo de atitude.

Adrismith – Falta de respeito diretamente nunca rolou, mas umas piadinha sou comentários já escutamos sim.

Taise Bijora - Desde que entrei na banda,não tive problemas com isso.Mas sei que sempre rola uma dessas...

Sami- Quais são os temas principais tratados nas letras de vocês?

Kamila Trevisan - Conflitos pessoais,crítica social e temas épicos.

Sami- O que você pensa sobre as bandas de Metal/Rock que vem surgindo atualmente?

Kamila Trevisan - Acho que são manifestações válidas diante da alienação crescente da nossa sociedade,que esvazia gradativamente seus valores diante da destruição dos princípios morais e éticos então estabelecidos e a incapacidade em construir bases para a recosntrução e recondução da civilização,tão pertubada com ameaçãs e temores apocalípticos.Ainda que estejamos padecendo de uma crise de originalidade generalizada onde nem mesmo os grandes nomes da música escapam,a mera tentativa de fazer arte e expresar sentimento na música,especificamente no metal ou rock,é genuinamente válida o que é notoriamente condenável é a música caça-níquel,sem alma,que visa exclusivamente dinheiro,aí o músico de metal se torna desprezível.

Adrismith- A cada dia surge uma nova banda. É legal quando você vê pessoas com garra e determinação, mas desanima quando você um grupinho montando banda só pra se auto-afirmar ou para se parecer o fodão. Mas em minha opinião é positivo o surgimento de várias bandas.

Taise Bijora- Tem surgido muitas bandas boas,com qualidade de som,bons músicos...espero que tenham muito sucesso essas bandase que conquistem seu espaço no underground.

Sami- Já possuem algum registro oficialmente gravado? (Tipo: Split, debut,EP, full-lenght, etc...) Se sim, Qual ou quais.

Kamila Trevisan - Temos a Demo de 2003 e o Debut lançado em 2007.

Sami- A banda faz em média quantos shows por: (semana/mês/ano)?

Kamila Trevisan - Em virtude das várias mudanças de formoção e gravação do Debut,tocamos pouco nos últimos anos,em média de 4 a 6 shows por ano.

Sami- Já existem propostas para tocarem num festival fora do Brasil? Se já ocorreu, relate-me de forma sucinta essa experiência.

Adrismith – Surgir até que sim, mas muitas vezes pra você bancar do próprio bolso, dae não rola.

Sami- Deixo este espaço para considerações finais, ou algo que queira dizer ao público e aos fãs da banda.

Kamila Trevisan - Agradecemos o interesse em nosso trabalho,o reconhecimento e o espaço que nos vem sendo cedido.

Adrismith – Agradeçemos ao espaço concedido e ao apoio que as pessoas tem nos dado ultimamente. Lembrando aos produtores que estamos à disposição para fazermos um show.

Taise Bijora - Muito obrigada Sami pela entrevista.Obrigada pessoal pelo apoio e pela agitação nos shows...é isso!

Sami- Formas para ouvir o som do Panndora:

Panndora.net

Myspace.com

Sami- Formas de contato:

Panndora.net

Myspace.com

Fotolog

E-mail:-panndora

E também Nossa comunidade no Orkut.

Orkut

Sami-Obrigada por terem me concedido esta entrevista! Agradeço, e desejo Sucesso a banda!

Atual line-up:



Taise-Baixo



Adrismith-Bateria



Camila-Guitarra



Kamila-Guitarra

 Até a Proxima!

Sami Infernus

Contato Sami Infernus

Outubro-2008

VALENTINA.S NO AR...(Setembro 2008)

"Sou a Sami Infernus nova colunista do Kiss Killers para começar o meu trabalho por aqui, resolvi entrevistar uma banda muito pouco conhecida, chamada Valentina.s, que toca Rock Alternativo aqui em Foz do Iguaçu.Entrevistei a guitarrista Lisiê, Welcome to the show:"

Sami Infernüs- De onde surgiu o nome Valentina.s?

Lisiê- Foi idéia da Nathália, a baixista, Nós queriamos um nome que fosse nome de gente,e a Nathália adorava esse nome,e assim ficou.

O .s é só pra fazer charminho (Risos),porque chamam de valentinas mesmo.

Sami Infernüs- Como surgiu a banda?

Lisiê- Eu e a Nathália nos conhecemos pela internet, e queriamos montar uma banda, nos conhecemos por causa desse interesse em comum. Convidamos umas amigas para tocar com a gente e fizemos alguns shows, e nesse tempo, o nome da banda era Scarpin, mas, não deu muito certo. Aí então a vocalista e a guitarrista saíram e chamamos a Scheila para entrar como Guitarra e Vocal, e mudamos o nome para Valentina.s.

Sami Infernüs- Qual era a proposta da banda no Ínicio?

Lisiê- Rock! Nós não tínhamos muitas pretensões, e ainda não temos.

Só queriamos fazer músicas que gostássemos de ouvir,sem limites e sem estilos definidos, talvez até tenhamos uma linha de pensamento, ou algo assim,mas isso é espontâneo, Por isso eu digo Rock.

Sami Infernüs- Quais são as principais influências da banda?

Lisiê- Bandas como Hole, The Distillers, Nirvana...entre outras.

Sami Infernüs- No primeiro show de vocês, você sentiu uma vergonha/medo normal de todo primeiro show?

Lisiê- Na verdade não, eu estava bem segura e animada.

Sami Infernüs- Pretendem gravar algum CD?

Lisiê- Sim! Claro! Tocamos covers, Temos algumas musicas proprias, e pretendemos gravar um dia.

Sami Infernüs- O que você pensa sobre as bandas de Rock'n'roll que vem surgindo atualmente?

Lisiê- Bom, Vou falar da minha região...Acho que tem muita coisa muito igual, Mas de vez em quando, surgem umas muito legais, tipo Carnival Prozac Dreams (Banda de Mulheres), de Assuncion/Paraguay.

Elas já fizeram shows aqui em 'Foz' duas vezes, e na ultima em Ciudad del Este-PY , que nós tocamos tambem.

Sami Infernüs- Abro esse espaço para considerações finais ou alguma mensagem que queira deixar ao público.

Lisiê- Eu só gostaria que muitas pessoas aprendessem a ter opinião própria... Eu sei que para alguns é difícil, mas tentem ter opinião depois de CONHECER as coisas, e não sair reproduzindo o que ouviram por aí.

Sami Infernüs- Formas de contato:

MSN e e-mail

Valentina.s

Orkut

Valentina.s

Sami Infernüs- Obrigada e Sucesso a vocês!

Lisiê- Obrigada você!

Integrantes :

Scheila: Guitarra e voz

Nathália: Baixo e voz

Lisiê: Guitarra e voz

Suellen: Bateria

Até a Proxima!

Sami Infernus

Contato Sami Infernus

Setembro-2008