Conheça quem faz o Kiss Killers - Parte 2

Ricky Catz iniciou uma série de entrevistas em um especial de começo de ano intitulado "Conheça quem faz o Kiss Killers".O site por sua vez o entrevistou.Confira...

Kiss Killers:-Como surgiu a idéia de ser colunista e fazer parte da equipe do Kiss Killers?

Ricky Catz:-eu acompanhava o site há um bom tempo,aí mandei um e-mail pra Mai pra tirar algumas duvidas...e ficamos amigos e ela me convidou depois de 4 ou 5 meses que a gente conversava,nunca pensei em fazer parte de um site,eu sempre gostei dessa area de cobrir shows e escrever sobre bandas,mas quando entrei era algo novo.

KK:-O que mais chamou a sua atenção para aceitar o convite?

:RC:-bem,por se tratar de um site que traz informações sobre a minha banda favorita,me chamou muito a atenção.E escrever sobre algo que eu conhecia há muito tempo,se tornou mais fácil trabalhar.É aquela coisa: se vc conhece sobre o assunto, vc acaba deixando o trabalho mais facil.

KK:-Como conheceu o Kiss Killers?

RC:-Eu sempre procurava por sites que mostrasse noticias do kiss,então eu vi o nome do site no whiplash e no dressed to play..então,acessei e passou a ficar nos meus favoritos,e pode acreditar que foi o unico que eu acessava diariamente.

KK:-Foi difícil a adaptação no site?

RC:-Tudo que uma pessoa vai fazer pela primeira vez a deixa um pouco preocupada,não sabendo como vai ser o trabalho ou a convivencia com as pessoas.Claro,foi um pouco dificil no começo,mas acabei me adaptando fácil.Tive minhas primeiras instruções com o Harlley,o que eu devia fazer e o que não podia, mas isso me deixou menos preocupado,por saber como começar e não fazer nada errado.

KK:-Trabalha?estuda?

RC:-Quando eu entrei no site eu estava trabalhando e estudando, mas infelismente não estou mais trabalhando,apenas estudando.Estudo inglês, e faço faculdade de Logística,é estranho porque eu ainda não me indentifiquei com esse curso,mas pretendo investir em outra faculdade,será que publicidade ou jornalismo teria mais haver comigo?Bem,2009 vai ser um ano de muitas decisões e espero que pra melhores.

KK:-Quais suas bandas preferidas?

RC:-Minha banda favorita é Kiss,sem dúvidas alguma, e depois vem uma lista enorme de bandas do estilo hard/sleaze/glam rock.

KK:-Quando começou a curtir Kiss e o que mais chamou a sua atenção na banda?

RC:-Quando eu ouvi kiss pela primeira vez foi na apresentação de escola, uns amigos montaram um kiss cover,então achei sensacional aqueles caras maquiados e resolvi pesquisar mais afundo sobre aquela banda.Na primeira,quem mais me chamou atenção foi o Gene, o cara parecia(e ainda parece) um monstro.No começo teve algumas pessoas que falaram que kiss era algo do "capeta", mais eu não liguei e fuiatrás e comprei logo um vinil (estranho alguém não começar com um cd) e depois veio os cds,videos etc. ....

KK:-Seus planos para sua coluna Wild Tiger e All Eyes?E quem escolheu o nome Wild Tiger?

RC:-Bem, o nome fui eu mesmo quem escolheu,não tinha idéias na época da escolha e como precisava de um nome sugeri esse mesmo.Acredito que a coluna continue nesse padrão,com entrevistas de bandas "conhecidas e desconhecidas", acredito que mais "desconhecidas", e com coberturas de shows que estarei a batalhar para consegui-lás nesse ano. A coluna tem tedencia a sempre melhorar,já recebi elogios de leitores e procuro sempre dar o meu melhor. Algumas matérias foram para o All Eyes,houve um tempo que eu tinha muitas matérias acumuladas,e fui distribuindo de pouco em pouco para as duas colunas. Sempre quando eu envio alguma matéria para o administrador do site eu sugiro em qual coluna colocar,desse jeito fica mais fácil.

KK:-Você tem planos de entrevistar um ex: integrante do Kiss?

 RC:-sim,mas isso é algo que preciso ver direito,em algumas matérias de bandas internacionais demorei pelo menos 20, 25 dias para receber a resposta, é algo que precisa ser paciente.Mas seu eu conseguir,será um grande começo para o ano de 2009.

KK:-Fale sobre você e deixe uma mensagem as pessoas que acessam o Kiss Killers.

RC:-Sou um cara que procura sempre ter novas amizades,consegui algumas através do kiss killers e fico grato a isso. Só tenho a agradecer as pessoas que acessam o site e que sem elas eu não conseguiria fazer o que faço.

Conheça quem faz o Kiss Killers – Parte 1

Por:- Ricky Catz

Quem nunca se perguntou, quem está por trás do Kiss Killers? O que os colunistas fazem além de escrever as matérias para o site? Pois vou matar a curiosidade de vocês! Vamos começar uma maratona de entrevistas com quem faz o Kiss Killers. Teremos entrevistas com aqueles que dedicam um pouco do seu tempo pesquisando sobre bandas, escrevendo a respeito do Kiss, dando o máximo possível de si. Vamos conferir!

Ricky: Olá Sami, como você está?Se apresente para o pessoal!

Sami: Opa! Estou muito bem! Eu me chamo Samantha Rauber (Todos me conhecem por Sami Infernus mesmo). Tenho 14 anos apenas. Moro em Foz do Iguaçu/PR (Terra das cataratas rulesss).

Ricky: Faz quanto tempo que você está no Kiss Killers?

Sami: Bom, não faz muito tempo, uns seis meses eu acredito.

Ricky: E você está gostando?

Sami: Ah, eu estou adorando! Eu sempre quis falar sobre rock’n’roll, então aí surgiu uma bela oportunidade! (Sem falar que os colunistas são demais! Sem puxar o saco hehe)

Ricky: De onde surgiu esse sobrenome "Infernus", acho bem interessante (risos)!

Sami: Aaah, Então, foi algo meio de "infância Radical", eu sempre fui à ovelha negra de tudo (risos). Mas na realidade, foi que na época, que todo mundo tinha um "pseudo" com algo relacionado a "Hell", e também, porque eu sei que quando alguém vê tal apelido, acredito que dê um "impacto", principalmente quando é religioso.

Ricky: Como você recebeu o convite para entrar no Kiss Killers?

Sami: Eu lembro mais ou menos, que o Harlley, tinha me feito um convite, falando algo sobre o site, há muito tempo atrás. Porem, como ele havia sumido, eu achei estranho então nem falei nada. Aí este ano que passou (2008), Harlley surgiu e fez-me este convite de ser colunista, e então aceitei.

Ricky: E como é escrever a coluna "Creatures", qual a sua rotina para disponibilizar as matérias no site?

Sami: Ah é bom. Eu gosto, é algo que sempre gostei de fazer. Eu por ser meio desastrada costumo deixar tudo pra ultima hora (risos), mas geralmente, pesquiso alguma banda que queira dar entrevista. Tenho poucas idéias para fazer matérias, porque pra ser bem sincera, as coisas sempre surgem do nada. Geralmente minhas idéias aparecem sem terem sido pensadas antes (risos).

Ricky: Na sua opinião, quais os cinco melhores álbuns já lançados?

Sami: Deathchrush – Mayhem

Destroyer – Kiss

Strangement – Drudkh

Agent Orange – Sodom

Anathema – The silent Enigma

Ricky: Qual o seu objetivo para 2009?

Sami: Muitas coisas, mas ao mesmo tempo fico meio confusa. Eu quero ser a primeira da fila quando abrir os estágios da prefeitura para Jovens serem encaminhados ao mercado de trabalho. Pretendo gravar a demo do meu projeto de "Black Metal", dar entrada ao meu "Zine", e estudar mais do que o ano passado.

Ricky: Já dizia o grande Doc Brown (N.R.: Personagem do filme De Volta Para O Futuro): "O futuro não está escrito, é você quem o faz". Como você se vê daqui um ano?

Sami: Bom, não posso dizer como estarei daqui a um ano, pois posso morrer amanhã (Espero que não aconteça), mas posso aspirar/almejar para estar bem de saúde (me encontro com alguns problemas de saúde).Mas sinceramente, não sei como estarei.

Ricky: Você tem algum sonho?

Sami: Nenhum que seja tão especial acho que é mais importante fazer o que pode, do que sonhar. Mas, um sonho que se eu me esforçar pode se realizar é de fazer faculdade de Geografia (talvez Ciências Sociais).

Ricky: Obrigado pela entrevista, sucesso e que você tenha boa sorte. Deixa alguma mensagem para o pessoal que acompanha a sua coluna.

Sami: Eu somente queria dizer, é que nunca pode se deixar levar pelo o que os outros falam, e deixar o medo de lado, para fazer as coisas, às vezes nos aparece oportunidades, que não fazemos por medo de errar, mas o erro maior é não ter autoconfiança, e deixar as oportunidades passarem, que muitas vezes são únicas e depois não vale a pena se arrepender. Como vivo dizendo, a realidade é imutável! E que a porradaria do som nunca deixe de arrebentar as veias do nosso coração!

Coluna Creatures - Sami Infernus

Creatures

Contato Ricky Catz

ESPECIAL ERIC CARR PARTE 4 - FINAL

Por:-Frank -  KissMaskWebzine   

Tradução:-Mai Stanley

A última parte de nossa entrevista com Eric Carr, a Raposa, tratará da regravação de Beth e depois do novo álbum do KISS, Hot in The Shade.

Apesar de Eric estar cantando oficialmente no Hot in The Shade, ele pôde sentir esse gosto esse 1988, no álbum Smashes, Trashes & Hits, regravando a balada "Beth". Fazê-lo trouxe um pouco de hesitação a Carr.

"Sim, a princípio fiquei com mdo. Eu me senti bem tentado quando me pediram isso. Minha primeira reação foi de 'Claro, vamos fazer isso'. Mas, depois, pensando bem, comecei a me preocupar com como as pessoas se sentiriam e o quão ofendidas e contra mim ficariam, como se eu estivesse cometendo um crime, ou um sacrifício. Essa é uma música daquelas que as pessoas estão acostumadas a ouvir de um só jeito. É como se refizessem 'Stairway to Heaven', do Led Zeppelin. Você pode ter alguém cantando muito bem, mas todo mundo que conhece a música com somente uma forma, sente que ela não soa bem. Você está acostumado a ouvir o Plant cantar de um jeito, assim como as pessoas que se acostumaram a ouvir Peter cantando 'Beth'. Eu tinha medo de que, não importa o quão perfeita essa versão ficasse, as pessoas não fosse aceitá-la. Esse receio é o mesmo de quando entrei na banda... Eram todas as coisas negativas que eu não queria absorver. Talvez os fãs estavam sendo gentis comigo e não me falavam nada, e eu recebo cartas deles o tempo todo. Todos vivem me dizendo como soou agradável. Eu fiquei muito feliz com a forma como a cantei. Eu basicamente cantei 'Beth' com o tom mais suave de voz que eu possuía."



Eric a regravou na mesma sala, do mesmo estúdio que Peter.
"Nós a fizemos no Record Plant (em Nova York), na mesma sala que ele a cantou. Para todos que conheço isso foi o mesmo que comer o sanduíche que ele estava comendo." brinca The Fox.

Nossa conversa volta ao novo álbum, Hot in The Shade, com Eric explicando que ele trouxe às sessões de gravação uma balada chamada 'Somebodys Waiting'. Eu perguntei à ele quanto tempo levou para gravar o Hot in The Shade.

"Uns dois meses para acabar tudo e deixar as coisas preparadas." Com um álbum tão forte, eu estava querendo saber se a banda teve tempo extra para se preparar para as sessões. "Na verdade não. Isso é interessante porque supostamente teríamos esse tempo, assim que fosse feio, apenas não o aplicamos. Eu ouvi algumas fitas e tive o sentimento de que Paul e Gene queriam essas músicas a qualquer custo!
Mas pelo menos nesse tempo haviam mais coisas completas e feitas do que geralmente ficam. E não é só por nós, várias bandas estão gravando um álbum e você talvez tem uma ou duas músicas escritas e escrevendo outras durante as gravações. É muito difícil ter todas as canções que você deseja ter, a combinação perfeita delas e pronta nesse mesmo espaço de tempo. Você tem de lembrar das que estão por vir enquanto está trabalhando. Alguma coisa as vezes não se encaixa ou talvez não soe legal como nas demais... Ou talvez, ainda, alguém pode fazer uma composição realmente bacana que não consegue ser inserida. Como quando 'Little Caesar' veio, no momento, e funcionou para esse álbum (Hot in The Shade). Se nós tivéssemos fechado o álbum com 15 músicas ou 14 antes de mostrar essa, talvez ela nunca fosse lançada. Foi muito bom deixá-la entrar nisso!"

Agradecimentos:

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ESPECIAL ERIC CARR PARTE 3

Por:-Frank -  KissMaskWebzine  

Tradução:-Mai Stanley

Na terceira parte da entrevista com Eric Carr, nós discutimos o álbum (Music From) The Elder, a sua primeira turnê pela Europa, a hilariante história em Milão (Itália), e cantar num álbum da banda pela primeira vez.

"Qual era a proposta da turnê que suportaria o 'The Elder'? Eu não ouvi ninguém falando a respeito. Talvez planejavam fazer um filme, ou talvez a parte dois de seu resultado. Todas essas coisas dependiam de como seria o álbum na mídia. Se o álbum não fosse bom, e fosse resultado digno de um filme, por qual motivo fariam um? Então a gente faria um filme usando essas mesmas músicas? Isso não faz o menor sentido." Eric estava curioso com a súbita descoberta do álbum pelos fãs e estava muito interessado em minhas opiniões sobre isso.

Eu lhe perguntei qual o incidente mais engraçado e o mais 'assustador' que lhe aconteceu e ao resto da banda em turnê. Eric explicou que um dos momentos mais assustadores que aconteceu na estrada passaria facilmente pelo mais louco também.

"A coisa mais assustadora, definitivamente, aconteceu em Milão (Itália), na Turnê Européia (1980). Nós estávamos tocando num estádio de futebol. Nós estávamos andando por esses longos corredores, para chegar ao show. Estávamos caminhando com as roupas, maquiagens, e plataformas. Tudo isso até nosso empresário da turnê, George Sewitt, voltar correndo até nós. "Voltem! Corram, corram!". O que aconteceu foi que tinha lá de 50 a 60 skinheads na frente do palco, e tinham quebrado a barricada. Eles estavam tentando falar "Fascistas, Kiss fascista!". Eu acho que nós representamos o capitalismo na parte boa e ruim, não importa como estejamos no momento. Nós corremos e o pessoal que cuidava de nossa turnê ficou lá, ajeitando tudo. Se eles não estivessem por lá, e os skinheads tivessem se aproximado, não teríamos como fugir. Nós estaríamos fodidos. Nós tivemos sorte porque alguém os berrou enquanto eles subiam as escadas. Esse cara sabia karatê e aparentemente quebrou bastantes braços, o nariz também e depois os parou. Ace falou sobre isso recentemente numa entrevista. Foi a coisa mais assustadora que já vi com o Kiss. Nós voltamos para o palco e fizemos o show."

"Uma parte engraçada foi que Gene, não importa quando, estávamos andando, dentro ou fora do palco. Naqueles dias ele poderia ficar parado, tava cansado. Nós dizíamos "Vamos, vamos, mova essa bunda!" E ele: "Eu não consigo correr com essas botas. Eu não consigo correr com essas coisas!" E de repente, ele correu tão rápido! Ele nos arrebatou quando correu de volta para o camarim. Esqueça sobre o tanto de roupa que usava, ele simplesmente voou! Nós sempre lhe zoamos por isso. Nós apenas ficamos lá, um olhando pro outro, assombrados. Nós parecíamos coelhos assustados por causa dessa merda toda. Percebemos que se as plataformas tivessem se quebrado, estaríamos ferrados."

1990 será o 10º ano de Eric Carr no Kiss. Apesar de ter ficado mais tempo na banda que o baterista da formação original, Peter Criss, levou 10 anos para que cantasse uma música no álbum do KISS. Por que isso?

"Eu acho que queríamos esperat até conseguirmos um álbum bom o suficiente para minha voz ser ouvida", brinca Eric. "Não, estou zoando. Eu realmente não sei. Eu acho que simplesmente foi uma questão de tempo. Algumas pessoas que conheço têm a idéia de que Paul e Gene não querem me ver cantando, não me deixariam fazê-lo, e isso é mentira. Isso tudo coube à mim. Eu trouxe materiais para a banda com o passar dos anos, e usamos algumas coisas que escrevi. Outras pessoas usaram outras coisas e há um resto, que nunca foi usado, mas isso acontece, seja com Gene, Paul, Bruce ou Vinnie. É a mesma situação."

Eric prossegue: "A música que eu trouxe, Little Caesar, para Gene parecia encaixar com aquilo que estávamos fazendo. Apesar de não saber o que fazer a princípio, deixei que ele a ouvisse, como uma brincadeira. Levei até ele e disse "A propósito, o que acha disso?" Ele amou e ficou no álbum. Eu estou feliz com minha performance nela, feliz com os arranjos e como ela soa. Sinceramente, espero que todos gostem dela!"

 

Agradecimentos:

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ESPECIAL ERIC CARR PARTE 2

Por:-Frank -  KissMaskWebzine   

Tradução:-Mai Stanley

Começamos a segunda parte de nossa entrevista com Eric Carr falando sobre o teste que mudou sua vida, o dia em que ele teve uma audição com o KISS e entrou nesse 'mundo'.

"Onde é a sala dos homens? Eu nunca me senti tão forte a respeito de alguma coisa, antes ou depois disso. Eu sabia desde o momento que liguei, eu tinha o sentimento de que estava dentro disso. Então, quando fui comunicado de que eles gostariam de continuar ensaiando comigo, não me surpreendi muito.", explica Eric. Gene Simmons, numa entrevista em 1982, disse: "Nós encontramos nossa "poça d'água" atrás de uma bateria", sobre o ensaio de Eric.

"Quando entrei na banda, a idéia deles era de me fazer ser a Águia. Nós tentamos durante um tempo, 3 semanas, um mês, e surgiu essa maquiagem. Eu estava tentado todo tipo de coisa para isso dar certo, como um monte de cores diferentes em meu rosto, que me fez parecer um guerreiro Zulu. Falando nisso, tinha até uma roupa feita para mim, amarela, que parecia uma galinha de San Diego. Eram plumas amarelas cobrindo o peito, outra fileira (também amarela) sobre essa no peito, uma "blusa" e uma grande capa, algo como as que o Gene gosta de usar. A única coisa que faltou foi um bico, e um grande pé de águia", brinca Eric.

"Foi histérico. Eu me lembro de estar de pé lá, com a roupa. Bill Aucoin e Paul estavam colocando todas aquelas coisas em mim. Eu estava dizendo a mim mesmo, 'Isso é loucura, mas acho que eles sabem o que estão fazendo, apesar disso estar ridículo em mim!'. Para minha sorte, Paul e Bill estavam pensando a mesma coisa, no mesmo tempo, e perceberam que estava horrível" , relembra Carr.



Eric teve três semanas para se preparar para a turnê e se apresentar ao exigente Kiss Army. Quer dizer, decorar o set list, vestir-se, apresentar-se e preparar-se para o pior. Não é fácil entrar depois num super grupo que ganhou o GallUpPool por ser a melhor banda do mundo por três anos (1977, 1978 e 1979). KISS é a única banda, além dos Beatles, que é facilmente reconhecida pelos rostos e o nome.

A maquiagem de Eric não envolveu sua primeira performance ao vivo com o Kiss, no dia 35 de julho de 1980, para apresentá-lo ao Kiss Army no Palladium, em Nova York. "Eu estava no camarim do Palladium, Gene estava sentado na sala, ainda se aprontando, escolhendo maquiagens. Eu vim com essa idéia nova. Mesmo antes de mostrar a ele já sabia qual seria sua resposta. Eu disse: 'Hey Gene. O que você acha disso?'. Ele disse: 'Interessante, mas isso parece uma raposa'. Eu disse: 'Sim'. E assim que a luz se apagou, ficou realmente parecido. Dali em diante, foi 'A Raposa'. Claro que a ajeitei depois do show no Palladium, modificando o centro,a forma, fazendo o preto menor na face. Isso ficou bem melhor. Eu usei daquela forma naquele show e na capa da revista People", recorda Eric.

A família de Carr teve de manter como segredo o fato de seu filho ser agora parte do KISS, dando algumas rápidas explicações da razão de estarem no Palladium aquele dia, quando encontraram conhecidos.

"Eu estava bem animado, toquei em vários clubes na frente de várias pessoas por um bom tempo e agora tinha multidões. Eu estava preparado para fazer meu melhor. Os fãs poderiam me amar ou me odiar. Então fui até lá e foi algo como 'O que você vai fazer? Ficar com medo quando o solo chegar ou a bateria se mover? Vai dizer que não conseguiu? Isso é besteira!'. Eu disse 'Foda-se! Estou acima disso, e não tenho mais escolha.'.

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ESPECIAL ERIC CARR PARTE 1

Por:-Frank -  KissMaskWebzine  

Tradução:-Mai Stanley

Dia 24 de novembro será o 17º aniversário de morte de nosso querido Eric Carr. Nas séries de celebração de sua vida, o KISS MASK apresentará uma entrevista com ele que foi sua primeira aparição em outubro/novembro de 1989 no Kiss Mask.
O Kiss Mark se orgulha ao apresentar sua entrevista em partes distintas que você vai novamente aprecviar. A entrevista, em forma de artigo, foi feita durante as filmagens de 'Rise to It' e 'Forever'. Senhoras e senhores, senhor Eric Carr!

Eric Carr, o músico, o rock star, não era nada que eu esperava ser. Era puramente o tipo de cara que vai num bar underground e toma uma cerveja, e joga alguma coisa. O homem citado fala sobre as bandas que fez parte antes do KISS e sua entrada na banda.

Eric tocou em suas bandas antes de se juntar ao Kiss, a primeira ele explica: Começou sendo chamada de Salt & Pepper em 1970, se tornou Creation na metade da década e em seu final, de Mother Nature, Father Time. O que aconteceu naquele começo foi que, quando começamos, tudo foi para o Top 40, mas era algo que abrangia todos os tipos de música. Você podia ouvir heavy, funk, baladas e tudo mais. No meio dos anos 70 nós começamos nos influenciando com o rhythm e blues, e em 1977 nós começamos com nosso próprio disco. Nós éramos uma banda de disco, e nós chutávamos bundas por aí. Haviam 6 pessoas na banda, 6 na parte de harmonia, e todo mundo cantando. Nós trocávamos um pouco e eu conseguia tocar baixo em algumas músicas, guitarra em outras. Era realmente legal."



Depois da separação da banda, Eric entrou naquilo que ele descreve como primeira banda real de rock'n'roll que já esteve. "Nós tocávamos de tudo. Fizemos Ac/Dc, The Clash, Van Halen, The Cars, Led Zeppelin, The Who... TUDO. Eu tenho uma fita disso... A banda se chamava Flasher. Era uma banda de 4 integrantes, mas nosso tecladista nos deixou e nós ficamos como simples 3 peças de tudo que era."


Carr ficou sabendo do teste para o KISS através de um contato de sua antiga banda, seu tecladista. "Isso aconteceu enquanto eu estava em um clube e o encontrei rapidamente, onde eu tocaria na noite seguinte. Eu o convidei e foi ele quem me falou dos testes para o KISS. Se eu não tivesse me encontrado com ele, eu nunca saberia disso."

Com o lançamento do pouco agradável álbum, UNMASKED, e a partida de Peter Criss, os fãs (incluindo-me nisso) estavam inseguros quanto ao status do Kiss. Mas não após muito tempo dessa notícia da saída do Peter veio a de que o cara do Brooklyn, Eric Carr, preencheria o vazio deixado. Os fãs de KISS agora sabiam que a banda teria sim, continuidade.

Agradecimentos:

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Em breve, parte 2.

ENTREVISTA COM O NOVO GUITARRISTA DO DESTROYER KISS COVER

Recentemente Rodrigo Flausino o novo guitarrista da banda Destroyer Kiss Cover,concedeu uma entrevista a Sami Infernus colunista do Kiss Killers.Confira omo foi...

Sami-Você é músico, mais ou menos, à quanto tempo?

Rodrigo-Sou músico há cerca de 12 anos. Comprei minha primeira guitarra em 1996 e desde então nunca parei de tocar. Antes disso, praticava com um violão tirando riffs de músicas que gosto. Durante esse tempo, aperfeiçoei meu jeito de tocar com diferentes professores no IG&T. Tive aulas com Edu Ardanuy, Jefferson Ardanuy e Christian McCarthy entre outros.

Sami-Quais são suas principais influências?

Rodrigo-Rush, Van Halen, Guns, Maiden, Golpe de Estado, Purple e Kiss. Adoro tudo quanto é banda de Rock/Hard Rock.

Sami-Alem do Destroyer, você já tocou em outra banda?

Rodrigo-Sim. Toquei e continuo tocando com minha banda de música própria: chama-se Nonah.

Sami-Como está sendo a experiência de substituir Edu (...) no Destroyer?

Rodrigo-Demais! O público da banda é fantástico. O Fábio, o Tutú e o Léo são caras realmente talentosos e carismáticos. Estou muito feliz e orgulhoso de fazer parte da banda.

Sami-Sabe-se que você já tocou em um show com a banda. Conte-nos como foi.

Rodrigo-Já fiz 2 shows: 13/09 na Tribe House e 20/09 no Blackmore. Foi sensacional. Pude perceber como o público da Destroyer é fiel e apaixonado. Em ambos fui muito bem recebido. A galera respondeu bem a minha entrada na banda. Vibraram nos solos, cantaram "Shock Me" comigo e curtiram o lance da guitarra saindo fumaça. Eles gritavam: "Ace! Ace! Ace!".rs

Sami-Como foi que você entrou no Destroyer?

Rodrigo-Eu respondi a um anúncio que o Fábio Stanley postou no site de rock Whiplash.net. O Fábio logo respondeu de volta e então liguei na seqüência. Combinamos um ensaio eu e ele. Depois disso me encontrei com a banda para tocarmos o repertório. Nesse tempo fomos nos conhecendo melhor e acabou rolando.

Sami-O que você pensa sobre as bandas de Rock'n'roll da atualidade?

Rodrigo-Acho que está faltando "riff" de guitarra. rs A maioria das bandas que vejo por aí apenas pegam um "power chord" e ficam naquilo a música toda. Falta criatividade. Tá difícil ver coisas legais assim como "Heartbreaker" (Led Zeppelin), "Parasite" (Kiss)... Quando a coisa é monótona fica chato ouvir. Você ainda encontra bandas que trabalham melhor melodias legais na guitarra, mas é 1 banda em 20. Você pode confirmar isso fazendo uma rápida pesquisa no MySpace.

Sami-Quais os álbuns de Rock'n'roll mais importantes, para um verdadeirofã do estilo na sua opinião?

Rodrigo-É difícil citar todos. Cada um tem sua importância dentro de cada vertente do rock. Não tem como fazer uma lista exata. São muitas bandas legais: de Rolling Stones a The Darkness. Particularmente, recomendaria de cara "Machine Head" do Purple, "Led Zeppelin II", o primeiro do "Van Halen", "Appetite For Destruction" (Guns) e, é claro, "Alive!" do KISS!

Sami-Algo que queira dizer aos fãs do Destroyer?

Rodrigo-Parabéns por ajudar a manter a chama do rock'n'roll acesa e por fazer com que o show do Destroyer seja tão especial. Obrigado por toda a vibração e paixão. Podem ter certeza que trabalharei muito para que vocês saiam mais do que satisfeitos do show.

Sami-Formas de contato

Rodrigo-E-mail: Rodrigo Flausino

Sami-Obrigada pela entrevista! Sucesso!

Banda Glorienn no ar...

Olá rockers e posers,como vocês estão? E o Kiss, vem ou não fazer um super show no Brasil? Estamos todos aguardando a visita dessa banda maravilhosa neh? Bem, isso é algo para coversar depois, vamos ao trabalho!

Eu entrevistei o João, vocalista da banda Glorienn...Ele conta um pouco sobre a banda e os planos futuros. Então let’s rock!

Ricky: Quando surgiu a banda e quem teve a idéia de batizar de Glorienn. Fale um pouco sobre a banda.

João: Em janeiro de 2007, eu e meu amigo Bruno, baterista da banda, já brincávamos de tocar há uns dois meses, e foi quando conhecemos Marcos Miani (marcão - Guitarrista)e Carlos Henrique (Baixista). Então resolvemos levar as coisas mais à frente, e decidimos que iríamos tocar clássicos do Heavy Metal e do Kiss. Nosso cargo de segundo guitarrista sempre foi ocupado por caras diferentes a cada mês, mas nunca nenhum deu certo, e por fim, estamos apenas com o Marcão. Estamos com um novo baixista, o Guilherme. Quanto ao nome da banda, devido às influências fortes de Manowar, tivemos a idéia de colocar algo parecido com Glory, e deu no que deu.

Ricky: Vocês possuem no repertório bandas como Kiss, Iron Maiden e várias outras. Quais são suas influências?

João: Os clássicos do Heavy Metal em geral sempre foi nossa "Mainstream", por assim dizer. No começo tocávamos apenas Iron Maiden, Kiss, Judas Priest e Manowar. Com o tempo fomos diferenciando e pegando clássicos como Helloween, Gamma Ray, Hammerfall, Dream Evil. Mas sem deixar de lado a nossa Raiz: o Heavy Metal clássico e o Kiss.

Ricky: A banda toca covers,isso é legal porque agrada várias pessoas,mas vocês pretendem tocar músicas de autoria da banda ?

João: Bom, temos alguns rascunhos de músicas de nossa autoria, mas nunca saiu do estúdio, pra dizer a verdade. Em um futuro não muito distante, gravaremos uma demo e distribuiremos para algumas gravadoras, correremos atrás de tudo, e tudo o mais.

Ricky: O Glorienn está tocando há 1 ano e meio, teve algum show que vocês se orgulham de ter feito? Houve algum momento que vale ser lembrado?

João: Com certeza, os melhores momentos de nossa história: Show no Casarão do Rock em São José dos Campos, em que a nossa foi a única banda que eles pagaram, por termos sido a que mais araiu o povo, e nos orgulhamos muito disso. E também o show no bar The Wall Café, em São Paulo, que foi maravilhoso, e gostaria de agradecer a todos que estiveram lá nos assistindo.

Ricky: Quais são os planos para o futuro da banda? Teremos alguma novidade?

João: Bom, como ainda não temos algo gravado, minhas pretensões são convidar uns três ou quatro vocalistas e montar um álbum conceitual sobre alguma história famosa. Uma espécie de Ópera, como a Once And a Future King, de Gary Hughes. Além disso, pretendemos ainda sair dos palcos e irmos pras telas e teatros, um sonho difícil, mas não impossível de se alcançar.

Ricky: Você disse que a banda está sem o guitarrista, claro que isso não é muito bom, mais sempre existe alguém que ocupará o cargo e mostrará sua total dedicação. Alguma dica para a próxima pessoa que venha a ocupar a vaga?

João: Na verdade procuramos o que nunca tivemos em um segundo guitarrista. Um cara que curta esse mesmo estilo de som,que seja dedicado, e apareça nos ensaios (rs)! Mas não é só isso, na altura em que estamos, não me refiro a um guitarrista virtuoso, que faça solos ultra-rápidos com técnicas aprendidas no último ano de conservatório. Apenas alguém criativo e que tenha aquela pegada especial dos anos 80!Sabe aquela pegada que marca o coração de qualquer fã?

Ricky: O que você achou do site kisskillers.com.br ?

João: Dei uma visitada no site. Realmente achei muito interessante. É uma pena que conheci só agora, mas pode contar com minha presença. Um site formado por ótimos colunistas, notícias de primeira. Muito sucesso pra vocês, e muito obrigado por nos dar essa oportunidade de mostrar o nosso trabalho.

Ricky: Algum recado para os fãns da banda?

João: Gente, sem vocês a gente jamais teria chegado aonde chegamos!Agradecemos de coração, e tudo que a gente faz é pra alegria de vocês. Vocês são demais!

Ricky: Contatos?

João: Gente, quem quiser entrar em contato conosco.

e-mail:

Banda Glorienn 

 Jpss_Cans

Convites, reclamações, opiniões, entrem em contato;D Obrigado!

Ricky: Obrigado, e sucesso a banda!

João: Obrigado, e sucesso ao site!